Se você é dono de um pet shop — seja ele físico, digital ou híbrido — você já se deparou com este dilema: comprar direto da fábrica ou através de uma distribuidora?
Antigamente, a regra era clara: grandes redes compravam da indústria e o pequeno lojista ficava com a distribuidora. Mas o jogo mudou. Com a digitalização em massa, as fronteiras entre esses dois fornecedores estão cada vez mais tênues.
Neste post, vamos analisar qual é a melhor estratégia para o seu negócio atual.
1. O Papel da Distribuidora: Agilidade e Mix
A distribuidora sempre foi a “salvadora” do pequeno varejo. O grande trunfo aqui é o Pedido Mínimo (MOQ).
- Vantagens: Você consegue comprar quantidades menores de várias marcas diferentes em um único pedido. Isso ajuda a manter o estoque variado sem imobilizar muito capital.
- Logística: Geralmente possuem uma entrega capilarizada e muito rápida na região onde atuam.
- Ideal para: Produtos de giro médio e para lojistas que estão começando ou têm pouco espaço de estoque.
2. A Indústria “Cortando Caminho”: O Direto para o Varejo
O cenário que vemos hoje é o das indústrias entrando massivamente no mundo online. Elas entenderam que, para competir com os preços dos Marketplaces (Mercado Livre, Shopee), elas precisam chegar mais perto de quem vende.
- O Fim do “Pedido Gigante”: Muitas indústrias baixaram seus pedidos mínimos para atrair o lojista que vende online.
- Preço Competitivo: Ao comprar direto da fonte, sua margem de lucro aumenta — algo vital para quem disputa o “buy box” nos marketplaces.
- Suporte de Marca: Comprando da indústria, você tem acesso direto a treinamentos, materiais de PDV e lançamentos em primeira mão.
3. O Lojista Híbrido: O Novo Perfil do Mercado
Hoje, o dono de pet shop não vende apenas na loja física do bairro. Ele está no Instagram, na Shopee e no Mercado Livre. Esse lojista precisa de uma estratégia mista:
- Compra da Indústria: Os seus produtos “Curva A” (aqueles que você vende todo santo dia e em grande volume) devem vir direto da fábrica para garantir o melhor preço e escala.
- Compra da Distribuidora: Itens de nicho, novidades para teste ou reposições de emergência devem ser feitas via distribuidora, garantindo que a prateleira nunca fique vazia.
Conclusão: Qual o melhor caminho?
Não existe uma resposta única, mas sim uma estratégia de equilíbrio. Se o seu foco é vender em marketplaces, o preço da indústria é quase obrigatório para você ter competitividade. Se o seu foco é o atendimento de proximidade na loja física, a conveniência da distribuidora é sua melhor amiga.
O importante é que, em 2026, o lojista tem o poder de escolha na palma da mão através de portais B2B.
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